Crianças e parques: o que mudou depois da pandemia
Conversamos com oito famílias em São Paulo, Brasília e Porto Alegre sobre o uso de parques urbanos nos últimos anos. O padrão: mais frequência, mais exigência de sombra e banheiro limpo.
O que as crianças pedem
Água para beber, espaço para correr sem bicicleta de delivery no meio, e segurança percebida — que muitas vezes tem mais a ver com iluminação e presença de guardas do que com cercas.
O que as cidades respondem
Algumas prefeituras ampliaram horário de praças e reformou playgrounds. Outras ainda dependem de mutirão de bairro. A diferença aparece no mapa de calor de uso nos fins de semana.